Project Description
Trauma há 2 anos com dor tipo facada.
Foi tratada na altura com sucesso.
Voltou o ano passado: nenhum tratamento teve eficácia relevante no alivio da queixa.
Intensidade 10.
Dor na lombar direita que irradia para a lombar esquerda.
Irradiava, agora com menos frequência, para a região inguinal (trigger point?)
Dor tipo facada.
Pode melhorar com movimento (sem certeza).
Sensação de peso pelo corpo todo (sem certeza!)
Sem relação com alterações atmosféricas.
HISTÓRIA PESSOAL
Longa história de depressões
– o filho morreu quando a paciente tinha 25 anos.
Marido morreu há 2 anos.
Filha ficou desempregada há 1 ano e partiu a perna.
Paciente sente uma grande pressão devido a todos estes traumas.
Demonstra uma grande necessidade de falar e de se fazer ouvir.
Menopausa aos 52 anos sem sintomatologia.
Transpira muito – sudação espontânea desencadeada pelo esforço.
Grande irritabilidade.
Dorme bem com medicamentos: sem medicamentos não dorme sequer.
Grande tristeza.
Boca e garganta seca.
Sem alterações visuais nocturnas: sente alterações visuais no geral e não sabe se tem de trocar de lentes.
Artroses nos dedos da mão e coluna.
Prisão de ventre desde sempre.
Sem alterações urinárias.
Sem alterações cardíacas (não usa pacemaker).
Zolfax de manhâ
Outro medicamento sublingual que é calmante
2ª consulta para lombalgia tratada com acupuntura
Lombalgia continua semelhante.
Não viu grandes melhoras.
3ª consulta para lombalgia tratada com acupuntura
Tem sentido ligeiras melhoras.
Cansa-se muito. É um sintoma que existe há muito tempo.
Maior tolerância à palpação.
Dor não irradia para a região inguinal.
Lombalgia tratada com acupuntura e eletroestimulação
Paciente do sexo feminino com 69 anos de idade recorreu às consultas de acupuntura devido à presença de lombalgia devido a trauma. A lombalgia marcava presença desde há 2 anos.
O interrogatório não permitiu concluir com certeza a existência de alguns sintomas fazendo suspeitar da existência de uma estase de sangue por trauma.
Além da lombalgia a paciente apresentava uma historial complicado de depressões associadas a diversos traumas emocionais intensos. Não existiam indícios de relação entre a lombalgia e o historial de depressões. A prioridade da paciente era o tratamento da lombalgia sendo o tratamento dirigido para essa queixa.
O tratamento seleccionado foi a acupuntura com electroestimulação usando o aparelho ES-160.
Ao longo dos 3 tratamentos a paciente referiu ligeiras melhoras na lombalgia. Ao final dos 3 tratamentos de acupuntura, por motivos pessoais, a paciente desistiu dos tratamentos.
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